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IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
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IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independente de censura ou licença;
Art. 220 - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo nao sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 2º. - é vetada toda e qualquer censura de natureza política ideológica e artística.
Sem espaço no mídia para divulgar os trabalhos realizados pelas Guardas Municipais do Brasil, este blog é mais uma ferramenta aliada para ampliar as ações cotidianas desta força policial que atua na segurança pública municipal.
GUARDA MUNICIPAL, órgão do poder público, legalmente investido no cargo, capacitados e treinados para cumprir as missões que lhes competem, com atribuição policial, fiscaliza, vigia, guarda, com sua presença (fardada) de caráter preventivo promove ações de segurança pública municipal, investido do poder de polícia da administração pública.

GUARDA MUNICIPAL, JUNTOS SOMOS MAIS QUE VENCEDORES!
GUARDA CIDADÃ - DESDE 1985 -PROTEGE, ORIENTA E AUXILIA -
ATENDE PELO TELEFONE (15) 3262.3244, 3262.1118 e 199 (Defesa Civil) 24 HORAS
Endereço para correspondência: Praça Duque de Caxias, 32 Centro - Cep: 18540000
e-mail: guarda.subinspetor@portofeliz.sp.gov.br
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194 - Polícia Federal
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199 - Guarda Civil Municipal e Defesa Civil (Porto Feliz)

A farda não é uma veste que se despe com facilidade ou até com indiferença, mas uma outra pele que adere a própria alma, irreversivelmente para sempre. (desconheço o autor)

Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Salmos 25/12)

Este blog está no ar desde 27/06/2011
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CATANDUVA/SP - Guarda Civil Municipal (GCM) realiza trabalho de orientação e resgata jovem dependente química das ruas


A Guarda Civil Municipal (GCM), além de suas inúmeras atribuições, realiza um trabalho social deorientação a pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas de Catanduva, com o apoio da Secretaria de Assistência Social e Casa do Migrante.
Nesta semana, depois de muitas conversas,orientações e insistência do Sub Comandante da GCM, Guilherme Peres, a jovem P.A.C., 27 anos, viciada em crack e moradora de rua há oito anos, aceitou ser internada, sendo encaminhada para a casa de recuperação Lírio dos Vales. “Sempre que encontrava com ela, perguntava se não gostaria de ser internada. Neste último domingo (20), conversamos bastante e ela disse que gostaria de fazer um tratamento”, e acrescenta: “Procurei por ela durante a semana, e na quarta-feira (23), a encontrei na Praça da República. Encaminhei-a para a Casa do Migrante, onde passou a noite, e no dia seguinte, a levamos para a casa de recuperação”, descreve.
De acordo com o comandante da GCM, Ivan Rodrigues Martins, os guardas realizam diariamente esse trabalho de orientação. “Quando encontramos pessoas em situação de vulnerabilidade orientamos, conversamos e até levamos para a Casa do Migrante. Mas é muito difícil conseguir tirar pessoas das ruas”, comenta.
Geralmente, os moradores de rua e usuários de droga são orientados para ir até a Casa do Migrante, onde receberão auxílio de psicólogos. Os dependentes químicos que aceitam realizar um tratamento são encaminhados a casas de recuperação.
‘Quero Viver’
Depois de quase noves anos usando crack, hoje, a jovem diz que só precisa viver - o que nunca fez depois de conhecer a droga mais potente, que provoca dependência desde o primeiro uso.
A vida de P. era a de uma jovem comum. Morava com os pais, trabalhava, frequentava igreja e tinha um noivo. Aos 18 anos flagrou o noivo com outra mulher, e depois disso, começou a usar drogas. “Peguei meu noivo com uma ‘nóia’, ai quis ser uma ‘nóia’ também”, disse ela, justificando-se pela escolha. “Cada pensamento, , cada coisa infantil”, reconheceu.
Depois de dois meses usando drogas, o pai descobriu e mandou P. embora de casa. “Meu pai não aceitava que eu usasse droga, falou que na casa dele não queria. Ai eu peguei uma mochila e fui para a rua, achando que a vida seria fácil”, diz.
Mesmo morando na rua, a jovem frequentava a casa da avó e até usava crack, pois ela preferia que a neta usasse o entorpecente em um local seguro. Mas, no começo de janeiro, a avó faleceu. Depois disso, P. ficou de vez nas ruas. “A rua é muito difícil, passei por muitas dificuldades. Em dias de frio e chuva, a situação fica ainda pior. Sempre que dava, dormia na Casa do Migrante”, explica.
Agora, em sua segunda internação, P. só quer se livrar do vício, arrumar um trabalho e voltar a viver. “Só quero viver, porque até hoje, aos meus 27 anos, ainda não vivi”, finaliza.
Lírio dos Vales
A casa de recuperação Lírio dos Vales interna somente mulheres, com capacidade para 25. Hoje a casa conta com 16 internas, que tem aulas de informática, curso profissionalizante de auxiliar administrativo, terapia operacional, além de ensinamentos espíritas.

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