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Sem espaço no mídia para divulgar os trabalhos realizados pelas Guardas Municipais do Brasil, este blog é mais uma ferramenta aliada para ampliar as ações cotidianas desta força policial que atua na segurança pública municipal.
GUARDA MUNICIPAL, órgão do poder público, legalmente investido no cargo, capacitados e treinados para cumprir as missões que lhes competem, com atribuição policial, fiscaliza, vigia, guarda, com sua presença (fardada) de caráter preventivo promove ações de segurança pública municipal, investido do poder de polícia da administração pública.

GUARDA MUNICIPAL, JUNTOS SOMOS MAIS QUE VENCEDORES!
GUARDA CIDADÃ - DESDE 1985 -PROTEGE, ORIENTA E AUXILIA -
ATENDE PELO TELEFONE (15) 3262.3244, 3262.1118 e 199 (Defesa Civil) 24 HORAS
Endereço para correspondência: Praça Duque de Caxias, 32 Centro - Cep: 18540000
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A farda não é uma veste que se despe com facilidade ou até com indiferença, mas uma outra pele que adere a própria alma, irreversivelmente para sempre. (desconheço o autor)

Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Salmos 25/12)

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domingo, 17 de março de 2013

MACEIO - Projeto prevê armar guarda municipal da Prefeitura de Maceió

Coronel Edmilson acredita que é possível e viável tornar Maceió mais segura com a contribuição da Guarda Municipal


Secretário municipal de Segurança Comunitária fala como a Guarda Municipal pode se associar à PM contra a violência


Uma das políticas públicas que mais afeta a vida do maceioense, sem dúvida é a segurança. A capital, vez por outra, aparece entre as mais violentas do Brasil, quiçá do mundo. Mesmo fora de sua competência constitucional, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), quer contribuir fortemente com a redução da criminalidade.
O secretário municipal de Segurança Comunitária, coronel Edmilson Cavalcante, acredita que é possível e viável tornar Maceió mais segura com a contribuição da Guarda Municipal.
“Ela pode retribuir sim, de forma efetiva com a segurança do maceioense. Obviamente que, sem querer usurpar as atividades que são comuns da polícia de prevenção do Estado. A Guarda tem uma missão bem definida no texto constitucional no artigo 144, onde diz que deve cuidar do patrimônio público. A lei municipal que criou a Secretaria de Segurança Comunitária deu a essa secretaria um “plus”, ou seja, a Guarda além de ter suas missões constitucionais, cabe também a parte comunitária, ou seja, ela pode se aproximar da comunidade maceioense com atividades típicas do município, sem, naturalmente, se sobrepor às atividades da Polícia Militar”, observou.
Cavalcante, que comandou a Polícia Militar de Alagoas por três anos, deu como exemplo de atuação conjunta da Guarda com a PM. “Nas chamadas bases comunitárias, que o Estado já implantou cinco na capital e pretende implantar outras tantas. Acredito que dá para nós fazermos um trabalho integrado, onde a Guarda faria rondas comunitárias, visitas residenciais, famílias, estabelecimentos, escolas, fazendo um ‘busca ativa’”, citou.
Muito preparo
Porte de arma é uma opção, aponta secretário
Para contribuir no combate à violência, a Secretaria pretende preparar os guardas municipais para o combate efetivo ao crime. “Estamos numa fase de parcerias, notadamente com o governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Queremos é eficiência de função e hoje temos apenas 202 homens com a grade curricular orientada pela Secretaria Nacional e o efetivo é de 836, no total. Estamos trabalhando para que mais homens preencham requisitos de grau de formação, condições psicológicas para que eles possam também usufruir de alguns direitos, como o porte de arma, uma questão tão cobrada por eles”, avisou.
No entendimento de Edmilson Cavalcante, a guarda municipal deve, sim, em determinadas atividades e função, portar arma.
“Não pode colocar um guarda armado em qualquer lugar, mas, por exemplo, se ele está numa praça de grande movimentação, onde exista equipamentos do patrimônio do município é necessário, sim, que esse guarda esteja armado para sua própria segurança e para que a sua autoridade de guarda do município possa  prevalecer”, fundamentou.
Ele prega que o profissional deve ser preparado, sobretudo profissionalmente e psicologicamente, para poder contribuir com a redução violência.
À disposição
Ideal seria até dois mil guardas municipais
Edmilson Cavalcante, deseja, em primeiro lugar, organizar a Secretaria de Segurança Comunitária, que de acordo com ele, estava uma bagunça.
“Só como exemplo, a lei manda que a cada dois anos o guarda seja submetido a um exame psicológico. Tem guardas aqui que há sete anos não faz esse exame. Estamos resolvendo as questões administrativas e de reestruturação da pasta”, esclareceu.
Diante desta situação, o secretário percebe um outro problema. A Guarda Municipal não tem hierarquia, de acordo com ele, são 38 inspetores, sem funções definidas, e outros 28 subinspetores, com o mesma dificuldade. “A desorganização é enorme e permite isso”, disse; todavia, ainda há a demanda por segurança, que é crescente, o número ideal de guardas municipais seria de 1.800 a dois mil, confirmou. “Hoje, a guarda não tem tamanho, não tem capacidade nem para cuidar do patrimônio público, imagine ir às ruas”, lamentou o coronel.
Mesmo assim, Cavalcante deseja criar um vínculo de confiança com a sociedade. Para que isso seja uma ‘carta na manga’ da Guarda para auxiliar o policiamento comunitário estadual. “Pela primeira vez, o município de Maceió está inserido no contexto da segurança pública, pois nunca esteve. Para você ter uma ideia a Guarda Municipal precisa ter uma central de vídeo monitoramento. Nós temos as câmeras em diversas escolas de Maceió, postos de saúde, temos também da SMTT, e em diversos pontos espalhados em Maceió e a guarda municipal não enxerga por intermédio  de nenhuma. O prefeito Rui Palmeira sabe disso e está trabalhando para sanar isso”, tranquilizou.
fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/57958/politica/2013/03/16/projeto-preve-armar-guarda-municipal-da-prefeitura-de-maceio.html

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